Por Adriano Nicolau da Silva

Avoidant Personality Disorder: Integrated Approach of Schema, Optimism, and Cognitive-Behavioral Therapy
RESUMO
O Transtorno da Personalidade Esquiva (TPE) manifesta-se por intensa esquiva social e medo de avaliação negativa, resultando em sofrimento crônico. Este artigo teórico propõe um modelo de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) integrada. A esquiva é compreendida sob a ótica behaviorista como um comportamento de fuga mantido por reforço negativo e sob a perspectiva cognitiva como uma defesa contra esquemas disfuncionais. Propõe-se que a TCC, incorporando a Terapia do Esquema e o desenvolvimento do Otimismo Aprendido (mediado pela reestruturação cognitiva), constitui o tratamento mais robusto. O objetivo é modificar as cognições rígidas e os padrões de evitação para promover a adaptação funcional e a capacidade de intimidade.
Palavras-chave: Transtorno de Personalidade Esquiva; Terapia Cognitivo-Comportamental Integrada; Terapia do Esquema; Otimismo Aprendido.
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1 INTRODUÇÃO
O Transtorno da Personalidade Esquiva (TPE) manifesta-se por um padrão persistente de inibição social, hipersensibilidade à avaliação negativa e intensa esquiva comportamental (BECK; FREEMAN; DAVIS, 1990; AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2022). O TPE apresenta uma prevalência relevante na população geral, estimada em cerca de 2,1% (GRANT et al., 2004; MORGAN; ZIMMERMAN, 2018). Sua relevância clínica é acentuada pela alta comorbidade com outros transtornos, como Fobia Social e Transtorno Depressivo Maior (GRANT et al., 2005; ZIMMERMAN; ROTHSCHILD; CHELMINSKI, 2005). O cerne patológico do TPE reside em crenças centrais de inadequação, que desencadeiam intensos comportamentos de evitação social e emocional (BECK; FREEMAN; DAVIS, 1990; WEINBRECHT et al., 2016). Diante da natureza crônica e enraizada desses padrões, uma intervenção psicoterapêutica eficaz exige uma abordagem que transcenda a modificação de sintomas pontuais, visando a reestruturação da personalidade subjacente.
1.1 PROBLEMA
O problema central abordado neste estudo reside na lacuna existente entre a prevalência e a cronicidade do TPE e a limitada literatura sobre intervenções específicas e ensaios clínicos controlados, especialmente sobre farmacoterapia (WEINBRECHT et al., 2016). Essa escassez de pesquisa aprofundada sobre a eficácia de tratamentos específicos para o TPE ressalta a necessidade premente de modelos teóricos robustos que orientem a prática clínica, como a proposta de Terapia Cognitivo-Comportamental integrada aqui defendida.
1.2 JUSTIFICATIVA
O TPE acarreta um elevado custo funcional e emocional para o indivíduo, que se vê isolado e cronicamente ansioso. A pressão social contemporânea por extroversão e exposição, muitas vezes exacerbada pelo ambiente digital, pode intensificar as crenças de inadequação. Os pesquisadores, CARVER; SCHEIER (2019) e CARVER et al. (2010), propõem a intervenção proposta, que integra a rigidez estrutural da Terapia do Esquema com a promoção de uma visão futura mais positiva através do otimismo aprendido, justifica-se pela necessidade de desenvolver intervenções que superem a ansiedade, focando na restauração da capacidade de engajamento social e intimidade do paciente (STERNBERG, 1986). A associação da Psicologia Positiva a esta abordagem visa contribuir para o desenvolvimento de comportamentos mais adaptativos, exigidos nos diversos segmentos da vida social, política e cultural.
1.3 OBJETIVOS
1.3.1 Objetivo Geral
Analisar a manifestação, etiologia e manutenção do sofrimento crônico no TPE sob a perspectiva da Psicologia Behaviorista e Cognitiva.
1.3.2 Objetivos Específicos
Descrever como o modelo de intervenção da Terapia Cognitivo-Comportamental integrada, com especial ênfase na Terapia do Esquema e na incorporação do otimismo aprendido, configura-se como uma abordagem abrangente e promissora para o tratamento deste transtorno.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 CONCEITUAÇÃO DO TRANSTORNO DA PERSONALIDADE ESQUIVA (TPE)
O TPE é caracterizado por um padrão persistente de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade à avaliação negativa, o que gera um sofrimento significativo e uma alta comorbidade com outros transtornos (GRANT et al., 2004; AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2022). O cerne patológico reside em crenças centrais de ser inadequado, defeituoso ou diferente, desencadeando intensos comportamentos de evitação social e emocional (BECK; FREEMAN; DAVIS, 1990; WEINBRECHT et al., 2016).
2.2 A DUALIDADE DA ESQUIVA: PERSPECTIVAS BEHAVIORISTA E COGNITIVA
A esquiva, sintoma do TPE, é o principal ponto de convergência entre as abordagens. A perspectiva behaviorista compreende a esquiva como um comportamento de fuga mantido por reforço negativo: a remoção da ansiedade é o fator reforçador que perpetua a esquiva (SKINNER, 1953). Já a perspectiva cognitiva clássica a vê como uma estratégia de segurança que visa evitar a ativação e confirmação das crenças centrais de e inadequação (BECK; FREEMAN; DAVIS, 1990). A experiência clínica no campo da TCC aponta que pacientes com traços esquivos apresentam dificuldades significativas em otimizar a assertividade nos relacionamentos, perdendo oportunidades cruciais de desenvolvimento e aumentando o ciclo de ansiedade e evitação.
2.3 A COMPREENSÃO DO TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ESQUIVA ATRAVÉS DA TERAPIA DO ESQUEMA
A Terapia do Esquema, desenvolvida por Jeffrey Young (1990), propõe uma maneira bem definida para entender o transtorno de personalidade esquiva.
De acordo com essa abordagem, o transtorno é conceituado como uma consequência de esquemas iniciais desadaptativos que se tornaram crônicos, ou seja, padrões profundos e duradouros de pensamento e emoção. Esses padrões se estabelecem por meio de experiências adversas vividas na infância (Young, 1990; JOYCE e colaboradores, 2003).
Para o transtorno de personalidade esquiva, a atenção se volta principalmente para esquemas pertencentes a dois grupos principais: esquemas que incluem a crença de que as necessidades de aceitação e segurança não serão satisfeitas. Um exemplo proeminente é o esquema de vergonha, onde o indivíduo sente-se fundamentalmente falho, inadequado ou indesejável.
A supervigilância e inibição são esquemas que envolvem a necessidade de suprimir emoções e espontaneidade. Aqui se destaca o esquema de inibição emocional, ato de evitar a expressão aberta de sentimentos.
A Terapia do Esquema aborda o comportamento de evitação, característica central da esquiva, como um estilo de enfrentamento desadaptativo. Conforme explica Young (1990), a evitação funciona como uma proteção para os Esquemas Iniciais Desadaptativos que estão por baixo, impedindo que a dor associada a eles seja sentida. No entanto, ao proteger esses padrões, esse estilo de enfrentamento acaba por perpetuar e manter o próprio transtorno (Young, 1990).
2.4 O PAPEL DA PSICOLOGIA POSITIVA E OTIMISMO APRENDIDO
Diante da necessidade de fomentar comportamentos adaptativos, a integração da Psicologia Positiva surge como uma estratégia relevante, concentrando-se em fatores que favorecem o bom ajustamento psicológico e a saúde mental (PALUDO; KOLLER, 2007; REPPOLD; GURGEL; SCHIAVON, 2015). Nesse contexto, o otimismo emerge como um construto fundamental, refletindo a expectativa favorável de uma pessoa em relação ao seu futuro (BASTIANELLO; HUTZ, 2015; CARVER; SCHEIER, 2019). Para o paciente esquivo, que nutre expectativas negativas sobre interações futuras, o desenvolvimento do otimismo aprendido, mediado pela reestruturação cognitiva, representa uma ferramenta importante no processo psicoterapêutico.
3 METODOLOGIA
O presente estudo utiliza o método da revisão bibliográfica teórica e exploratória. A pesquisa está fundamentada em referências clássicas do Behaviorismo (SKINNER, 1953; LAZARUS, 1989), da Psicologia Cognitiva (NEISSER, 1967; ELLIS, 1962; BECK; FREEMAN; DAVIS, 1990; BANDURA, 1977; YOUNG, 1990) e da Psicologia Positiva (CARVER; SCHEIER, 2002). A metodologia se concentrou na análise e síntese cruzada dessas obras para construir um arcabouço teórico que integre a manutenção comportamental da esquiva (via reforço negativo) com as estruturas esquemáticas disfuncionais do TPE, fornecendo uma base conceitual robusta para a Terapia Cognitivo-Comportamental integrada.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1 FUNDAMENTOS CLÍNICOS E ETIOLÓGICOS DO TPE
A etiologia do TPE é multifatorial, resultante da interação entre predisposições temperamentais (como ansiedade) e experiências ambientais adversas, como rejeição ou negligência na infância (JOYCE et al., 2003; EIKENAES et al., 2015). Embora o indivíduo com TPE deseje intensamente o contato social, o medo paralisante da avaliação negativa o impele ao isolamento, um padrão que o diferencia do Transtorno de Personalidade Esquizoide. Na sociedade atual, a constante exposição digital pode atuar como um estressor e reforçando o isolamento, comprometendo a capacidade do indivíduo de satisfazer sua necessidade básica de intimidade e conexão (STERNBERG, 1986).
4.2 O MODELO DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL INTEGRADA: PROCEDIMENTOS PSICOTERAPÊUTICOS
A Terapia Cognitivo-Comportamental, ao integrar modificações comportamentais e cognitivas, é o modelo mais adequado para o tratamento do TPE (LAZARUS, 1989). A intervenção ocorre em camadas, priorizando o desenvolvimento de recursos para o trabalho emocional mais profundo:
- Reestruturação Cognitiva (Beck/Ellis) e Otimismo Aprendido: Foco no desafio das crenças rígidas, irracionais e catastróficas. É nesta fase que se ensina o otimismo aprendido, modificando o estilo do paciente para que ele não generalize falhas (pessimismo: causas permanentes, globais e internas) e adote uma visão otimista (causas temporárias, específicas e externas) para eventos negativos (ABRAMSON; SELIGMAN; TEASDALE, 1978; PETERSON; STEEN, 2002).
- Exposição Gradual (Skinner/Bandura): Utilização de técnicas comportamentais de exposição, seja em contexto real ou imaginário, para quebrar o ciclo do reforço negativo. Isso permite ao paciente testar a realidade de suas hipóteses negativas e aumentar a autoeficácia percebida (BANDURA, 1977).
- Terapia do Esquema (Young): Uso de técnicas emocionais e vivenciais (como a imaginação guiada e o reparenting limitado) para promover a cura dos esquemas de isolamento Social.
A integração dessas abordagens permite que o paciente do TPE, uma vez iniciado o trabalho de cura dos esquemas, desenvolva ativamente a autoeficácia e a resiliência para lidar com a crítica e o risco social (CARVER et al., 2010), transformando a hipersensibilidade característica em um controle adaptativo sobre suas expectativas e respostas.
4.3 OTIMISMO APRENDIDO E A REESTRUTURAÇÃO DE CRENÇAS DISFUNCIONAIS
A incorporação do Otimismo Aprendido (OA) na psicoterapia fornece uma ferramenta potente para a modificação do padrão de pessimismo (CARVER; SCHEIER, 2014). O OA visa desenvolver um estilo otimista, no qual os eventos negativos são reavaliados e vistos como temporários, específicos e externos (SELIGMAN, 1998; BASTIANELLO; HUTZ, 2015). Os procedimentos do OA incluem a técnica ABC-D, sendo a etapa de Disputa central para ensinar o paciente a contestar a validade das explicações pessimistas (FORGEARD; SELIGMAN, 2012). Essa mudança no locus de controle e na estabilidade das causas ajuda a preservar a autoestima (ABRAMSON; SELIGMAN; TEASDALE, 1978). As expectativas futuras positivas promovidas pelo otimismo fomentam o bem-estar e a adoção de estratégias de enfrentamento (coping) mais adaptativas e proativas (CARVER; SCHEIER, 2014; NES; SEGERSTROM, 2006), desde que se alcance um otimismo realista e não o irrealista (AVVENUTI et al., 2016).
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Transtorno da Personalidade Esquiva é um quadro de sofrimento crônico cuja manifestação central, a esquiva, é melhor compreendida através da integração dos princípios do reforço negativo behaviorista e das estruturas cognitivas e esquemáticas disfuncionais. A Terapia Cognitivo-Comportamental integrada, que combina a reestruturação cognitiva com foco no otimismo aprendido, a exposição comportamental e as técnicas de mudança de esquema, constitui o modelo de intervenção mais completo para abordar todas as dimensões do transtorno. O objetivo final do tratamento transcende a mera redução da ansiedade, buscando a transformação do padrão de evitação em engajamento funcional e a restauração da capacidade de construir relacionamentos interpessoais significativos.
O modelo de intervenção proposto neste artigo representa um avanço conceitual significativo. No entanto, a ausência de estudos empíricos controlados sobre a eficácia deste modelo combinado é o seu ponto mais vulnerável (WEINBRECHT et al., 2016). A robustez de qualquer proposta teórica deve ser ancorada na evidência prática.
Portanto, a conclusão deste trabalho é um apelo à comunidade científica, especialmente aos pesquisadores em início de carreira: a validação empírica do modelo proposto é o próximo passo fundamental. A tarefa exige dedicação ao rigor metodológico, com foco nos seguintes passos. Criar manuais detalhados que padronizem a aplicação das três camadas de intervenção (reestruturação cognitiva para o otimismo, exposição comportamental e técnicas de esquema). Comparar os resultados do modelo integrado com a TCC padrão e grupos de controle para quantificar se a complexidade adicionada gera melhores desfechos clínicos (ex: diminuição da taxa de recaída, maior funcionalidade na intimidade) a longo prazo. Identificar quais variáveis clínicas ou demográficas preveem o sucesso ou o insucesso do tratamento no TPE, refinando a aplicação terapêutica.
A dedicação a esta validação não apenas preencherá uma lacuna crítica na literatura sobre transtornos de personalidade, mas também contribuirá diretamente para o alívio do sofrimento crônico.
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Adriano Nicolau da Silva, Psicoterapeuta, Neuropsicopedagogo e Neuroeducador. Graduado em Psicologia e Filosofia. Especialista nas áreas de educação e clínica. Uberaba, MG. Colunista do Factótum Cultural. E-mail: adrins@terra.com.br
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