Nos seis primeiros meses de 2023, o SUS registrou 335.025 consultas para os diagnósticos, quase o dobro do ano de 2018

“No médico particular, tratei durante uns dez anos com um diagnóstico errado. Perdi o emprego em função da doença e precisei recorrer ao SUS [Sistema Único de Saúde]. Isso já tem 4 anos”, conta a publicitária Alessandra Tonieti, 52 anos. Ela tem transtorno de bipolaridade, distúrbio que provoca quadros depressivos e de euforia.

Assim como a publicitária, muitos brasileiros também têm procurado a rede pública para tratar a saúde mental. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nos últimos cinco anos, o atendimento ambulatorial para depressão ansiedade está em uma crescente, sendo que, segundo especialistas ouvidos pela Folha, a falta de profissionais especializados em identificar os transtornos ainda é um desafio significativo.

Apenas nos seis primeiros meses deste ano, o SUS registrou 335.025 consultas para esses dois diagnósticos, mais do que todo o ano de 2018 (205.848).

Tonietti vive na cidade de São Paulo e levou cerca de três meses para ser encaminhada para o tratamento público, o que considerou rápido e diz que chegar com diagnóstico ajudou.

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