
Nem sempre percebemos quando algo não vai bem com a saúde mental, principalmente nos estágios iniciais. Veja os riscos
Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como doença ocupacional — isto é, relacionada ao trabalho —, o burnout apresenta um conjunto de sintomas físicos e emocionais decorrentes do estresse crônico. No início, é difícil notar os sinais, porque se parecem com outros quadros e costumam ser normalizados no mundo corporativo. Mas é preciso ouvir o que o corpo e a mente falam, para prevenir o avanço do problema, seja ele qual for.
E os líderes também devem ficar atentos, não só a si, mas também à equipe, para garantir um ambiente de trabalho psicologicamente saudável. “Será que podemos contribuir para evitar o burnout? A boa notícia é que podemos aprender os sinais mais sensíveis dessa doença, muito antes que o quadro se agrave”, afirma o psicólogo Luiz Edmundo Rosa, diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil) em Saúde Corporativa e coordenador do Congresso Nacional de Recursos Humanos com foco em Saúde (Conarh Saúde), realizado em agosto. “Dessa forma, temos a chance de alertar líderes na empresa, familiares e amigos para encaminhar o caso, quando necessário, a especialistas como psicólogos e psiquiatras.”
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