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Compreendendo o transtorno da personalidade borderline (TPB)

Por Adriano Nicolau da Silva

Borderline o que é? Conheça Tudo Sobre Este Transtorno | TelaVita

UNDERSTANDING BORDERLINE PERSONALITY DISORDER (TPB)

Resumo

O transtorno da personalidade borderline (TPB), provoca sofrimento psíquico, podendo levar as pessoas com este transtorno às consequências catastróficas como o suicídio. Este estudo, apresenta o (TPB) que se estabelece como uma psicopatologia em uma população de forma considerada, não podendo ser ignorado pelos agentes de saúde, educadores, psicólogos e médicos psiquiatras. 

Descritores: Borderline, comportamentos, sofrimento mental, tratamento psicoterapêutico. 

1.     Introdução

Este artigo visa oferecer informações referentes a um assunto voltado para o problema do transtorno da personalidade borderline, (TPB)

Por ser um transtorno muito complexo, exigindo um diagnóstico clínico bem feito, muitas pessoas não saberão dar nome para as suas dores psíquicas. Pela observação clínica psicológica, o transtorno da personalidade borderline se apresenta com os seguintes sintomas: impulsividade comportamental, manipulações, dissociação cognitiva e afetiva, pensamentos suicidas, automutilação, comportamento infantilizado, sedução, sentimentos exagerados de abandono, euforia e disforia no humor.  A palavra borderline significa:  fronteiriço; incerto, no meio de; limítrofe, beirando o limite estabelecido entre a sanidade e insanidade mental.

Por se tratar de um assunto tão sério, este artigo oferece informações gerais, para as pessoas que passam pelo problema, a buscar ajuda psiquiátrica e psicológica. Como aponta Aaron Beck, Arthur Freeman, Denise Davis e cols., “muitos indivíduos com (TPB) são inteligentes e talentosos, mas seu transtorno os impede de se desenvolverem”. Abordaremos no decorrer do artigo que além de não permitir uma evolução saudável da personalidade, este transtorno causa dores constantes e intensas, levando cerca de 10% dos pacientes a cometer suicídio (Paris, 1994).

2. Metodologia

O presente artigo será desenvolvido com pesquisa bibliográfica, como SCIELO (Scientific Eletronic Library Online), e outros artigos sobre o tema transtorno de personalidade borderline.

Este estudo possui caráter descritivo, resumido com informações, retiradas por meio de Livros e periódicos de embasamento teórico, técnico-científico que se baseiam em saúde mental, em específico a psicopatologia do Transtorno da Personalidade Borderline (TPB).

3. Depressão de borderline

O pesquisador Akiskal (2004) aponta que pacientes com (TPB), desenvolvem a labilidade do humor e os impulsos emocionais de hostilidade que os caracterizam de natureza essencialmente afetiva. O (TPB), por este motivo, não teria um perfil único e distinto dos transtornos afetivos, como é atualmente conceituado. Para a orientação sintomatológica, portanto, o (TPB) se expressa no comportamento de tensão, irritabilidade, raiva, “depressão excitada” ou “depressão durante a mania” (Moreno & Moreno, 2005), por serem marcados por sintomas depressivos associados à agitação psicomotora. De acordo com Western et al. (1992), citados por Stanghellini & Rosfort (2013), a depressão “vazia” de pacientes borderline é caracterizada por sentimento de vazio, solidão e desespero, em relação às pessoas pelas quais têm apego, associados a uma afetividade lábil, e centraliza-se sobre preocupações com abandono e rejeição. Tais diferenças ficarão ainda mais evidentes ao aprofundarmos a análise comportamental dos pacientes com (TPB) na sua vida familiar, social, cultural, profissional e afetiva.

Kaplan, Sadock e Grebb (1977) explicam que o humor é um estado emocional da pessoa e os afetos estariam ligados no interior e exterior concomitantemente. Desta forma, a depressão se apresenta no transtorno borderline, nas síndromes distímicas, transtorno depressivo maior, o transtorno ciclotímico e o transtorno bipolar. 

Existem alguns critérios para o diagnóstico do transtorno depressivo maior de acordo com o DSM-IV apresentados no compêndio do manual de psiquiatria (KAPLAN, SADOCK, GREEB, 2007) apresentados por pelo menos cinco ou mais dos seguintes sintomas: 

Sintomas do episódio depressivo maior DSM-IV 

  1. Humor deprimido ou irritável 
  2. Interesse ou prazer acentuadamente diminuídos 
  3. Perda ou ganho significativo de peso, ou diminuição ou aumento de apetite 
  4. Insônia ou hipersonia 
  5. Agitação ou retardo psicomotor
  6. Fadiga ou perda de energia 
  7. Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada 
  8. Capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se, ou indecisão
  9. Pensamentos de morte recorrentes, ideação suicida, tentativa ou plano suicida.

 Todos esses sintomas podem surgir com muita tristeza e letargia, conduzindo a pessoa que sofre de depressão a pensar de forma pessimista em todos os setores de suas vidas.

            Os transtornos depressivos se misturam com o transtorno da personalidade borderline exigindo do clínico um olhar bem direcionado para a realização do diagnóstico. 

            O estudo dos transtornos depressivos e transtorno borderline é comum e grave o suficiente para merecer a atenção de clínicos e pesquisadores. Ainda mais se considerarmos a possibilidade sugerida por modernos estudos epidemiológicos do aumento de sua prevalência e de seu início cada vez mais precoce. É necessário destacar que o transtorno depressivo pode ter ligação direta com o transtorno borderline desde a tenra idade, surgindo indícios na infância e juventude exigindo uma cuidadosa avaliação diagnóstica dos profissionais envolvidos com crianças e adolescentes. 

4. Surgimento do termo “borderline” – (TPB)

Em meados de 1905, Kraepelin já apontava que existia os estados ‘limítrofes’. Nos anos de 1950, Wolberg e Frosh (Millon, 1981) e os pesquisadores, (Mack, 1975; Pfeiffer, 1974; Chessick, 1974; Millon, 1981) são citados como autores que contribuíram com a descrição da categoria limítrofe. Para estes pesquisadores, existiam uma dificuldade para diagnosticar a neurose e a psicose surgindo o termo ‘borderline’.

O termo Transtorno de Personalidade Borderline foi usado pela primeira vez em 1938, por Stern, e desde então passou por diversos conceitos ao longo dos anos, como Estados Borderline – Knight em 1953, Esquizofrenia latente ou borderline – CID9 em 1976, Transtorno da Personalidade Borderline – DSM-III em 1980 (DALGALARRONDO e VILELA, 1999, p. 57), entre outros. 

Originalmente, quando nomeada em 1890 por Kahlbaum como Heboidofrenia ((DALGALARRONDO e VILELA, 1999, p. 57), designava um grupo composto por pacientes que viviam no limite da sanidade, dando então sentido ao termo limítrofe, ou de distinta forma explicitando, vivendo na fronteira, fazendo um comparativo à borda, se deu a expressão borderline, que retrata a realidade entre a neurose e a psicose (Stern, 1938). 

Por viver no limite da neurose e a psicose (Stern, 1938), o agente transtornado passa a não ter discernimento e compreensão das consequências geradas pelas atitudes que está prestes a cometer devido ao seu instante de insanidade. Dessa forma, tratamos da possibilidade do suicídio, que, por sua vez, acreditam encontrar nessa atitude um alivio das dores emocionais.

Na contemporaneidade a abordagem do assunto por José Fiorelli e Rosana Mangini (2017, p. 5), temos que:

O cérebro é o palco das funções mentais superiores; o que a mente comanda não ultrapassa os limites de funcionamento das estruturas cerebrais e as possibilidades dessas funções, por meio do processamento do que ali se encontra armazenado. As funções mentais superiores […] constituem uma espécie de programação por meio da qual os indivíduos desenvolvem imagens mentais de si mesmos e do mundo que os rodeia, interpretam os estímulos que recebem, elaboram a realidade psíquica e emitem comportamentos.

Percebe-se que o estado emocional não poderá ser explicado por uma visão simplista no transtorno da personalidade borderline (TPB). A complexidade se estende para além do funcionamento fisiológico da mente. As constelações afetivas, cognitivas e comportamentais necessitam serem entendidas para se pensar os caminhos e descondicionar a impulsividade destrutiva do repertório comportamental de quem sofre desse transtorno, que provoca prejuízos imensos. A mente, tem o funcionamento integralizado com o corpo e a emoção. Essa necessidade de compreensão nos oferecem meios, para ajudar a quem vivencia o problema. 

5. O TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE (TPB) E A CLASSIFICAÇÃO.

Citando, Beck, Freeman, Davis e cols. (2005, pag. 167):

O transtorno da personalidade borderline (TPB) pode ser caracterizado pela notável instabilidade em muitos, se não em todos, aspectos do funcionamento da pessoa, incluindo relacionamentos, autoimagem, afeto e comportamento.

Seguindo tal afirmação, tratamos de um transtorno caraterizado por fatos marcantes, dentre os quais podemos citar e compreender tão grande instabilidade como a discrepância entre a lucidez e a insanidade, alteração constante de humor, raiva intensa e descontrolada e a extrema dificuldade de controle das emoções (DSMIV, s/p., 1994).

Tais características possuem imensa influência sobre o comportamento do possuidor do transtorno, pois como trata Damásio (2000, p. 196), “o cérebro é a audiência cativa do corpo”, estimulando assim reflexões e trazendo significado para compreensão de mecanismos que comandam o comportamento. 

Na interação social, o possuidor de (TPB), segundo a CID-10, “frequentemente se envolve em relações intensas e instáveis, que comumente terminam em crises sentimentais intensas”. Tais crises, podem acarretar em um comportamento agressivo, onde se presencia além de ameaças constantes, atos de autoagressão como se cortar.

As relações intensas são geradas por extrema idealização da pessoa que, logo após, sofrerá imensa desvalorização. A idealização se dá por uma forte atração, por um ardente sentimento, algo intenso e, após a desvalorização por sentimentos de repulsa, ódio, aversão e antipatia, mesmo que seu companheiro (a) não tenha alterações em seu modo comum de convivência.

Como salienta Lígia Carneiro (s/p., 2004):  

Identificar uma pessoa com personalidade borderline não é difícil, pois os sintomas incomodam todos os que se relacionam com ela, especialmente familiares. O quadro engloba algumas manifestações típicas de vários transtornos psiquiátricos como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, mas em geral os pacientes não saíram totalmente do estado considerado normal para serem enquadrados em tais classificações.

Podemos ver, com base em tal afirmação que a “síndrome” borderline se descreve como sendo um transtorno que engloba várias outras síndromes. Tratando-se da impulsividade, apresentadas por duas maneiras, sendo: autodestrutivos, manifestados por atitudes cometidas contra si, e características comportamentais com tendência ao comportamento suicida e/ou automutilação. Outra maneira se dá em pacientes que manifestam formas mais gerais de impulsividade, caracterizadas basicamente pela explosão oral, pela busca constante de adrenalina (direção imprudente), abuso de drogas, descontrole alimentar e até participação em orgias (CARNEIRO, s/p., 2004).

O DSM-5, oficialmente publicado em 18 de maio de 2013, é a mais nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Psiquiátrica Americana. O manual apresenta informações gerais do transtorno borderline, (TPB). Quando acontece é geralmente na idade adulta e preenchendo cinco ou mais dos critérios citados abaixo (Tabela 1) é possível verificar o transtorno na pessoa.

Tabela 1. Critérios Diagnósticos do TPB, segundo o DSM-V-TR (APA, 2013) Critérios Diagnósticos:

  1. Esforços para evitar um abandono real ou imaginário – são pessoas intolerantes à solidão;
  2. Padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, em que a pessoa alterna entre extremos de idealização e desvalorização;
  3. Perturbação da identidade – instabilidade constante da autoimagem ou do sentimento do “eu”;
  4. Impulsividade em duas ou mais áreas, prejudicando significativamente a sua vida (sexo, abuso de substâncias, comer compulsivo etc);
  5. Comportamentos, gestos ou ameaças de suicido ou de comportamentos de automutilação;
  6. Instabilidade afetiva – oscilação frequente de humor;
  7. Sentimentos crônicos de vazio;
  8. Raiva intensa ou dificuldade em controlar a raiva;
  9. Episódio de ideação paranoides relacionados ao stress à sintomas dissociativos intensos.

5. Estatísticas

Estudos desenvolvidos por pesquisadores, (SACOCK E SADOCK, s/p., 2012).  Apontam que aproximadamente 2% da população geral é atingida pelo transtorno da personalidade borderline (TPB), sendo que as maiores vítimas pertencem ao sexo feminino, em um nível considerável de relacionamentos conflituosos, medo do abandono, dificuldade no controle de suas emoções e afetos.

Oa Pcientes necessitam frequentemente de extensos serviços e saúde mental e são responsáveis por 20% das hospitalizações. De 8% a 10% das pessoas que sofrem deste transtorno cometem suicídio (OLDHAM, 2004).

6. Tratamento

A psicoterapia é o principal tratamento para pessoas com (TPB), alguns procedimentos psicoterápicos são essenciais para a intervenção das crises de ansiedade e desespero. 

Existem várias abordagens psicoterapêuticas e a vertente cognitivo comportamental é bem eficaz, segundo provas clínicas científicas. Ela possibilitará, um trabalho com o cliente focalizado em pensamentos, sentimentos e comportamentos. Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalha-se as crenças mal adaptadas, a mudança afetiva e a avaliação dos esquemas negativos por aqueles mais saudáveis, contribuindo com a reestruturação mental e emocional do paciente. Este procedimento psicoterapêutico, ajudará o paciente a se engajar em pensamentos assertivos, resilientes estimulando-o a desenvolver mecanismos de defesa, saudáveis na esfera intrapessoal e interpessoal.

A Terapia Cognitivo-Comportamental de Beck, também conhecida como Terapia Cognitiva (TC), ressalta os aspectos relacionados ao monitoramento e mudanças das funções cognitivas e a sua relação com os comportamentos de determinada pessoa. A cognição se apresenta como uma base para a compreensão dessa teoria e prática. Na reflexão de Beck (1997), para entender de forma contundente a terapia cognitivo-comportamental, é necessário levar em consideração a estrutura organizacional do pensamento humano e a definição de cada esfera dessa estrutura. Os pensamentos automáticos se mostram como os mais superficiais e manifestos fluxos da cognição, por serem rápidos e superficiais. São facilmente aceitos como verdadeiros e estão presentes a todo o momento, influenciando inclusive na apresentação das emoções da pessoa. Se a pessoa em questão não estiver sendo orientada para que os monitore, esses pensamentos são capazes de passar de forma despercebida. No contexto da terapia, os pensamentos automáticos alertam o terapeuta para investigar em busca das crenças intermediárias e centrais (BECK, 1997).

A psicoterapia possui o papel em auxiliar o paciente com transtorno da personalidade borderline (TPB) a se encontrar dentro de uma perspectiva psicodinâmica e enfrentar os seus conflitos emocionais e comportamentais de uma maneira mais equilibrada, diante de um transtorno que provoca grandes instabilidades, comorbidades e recaídas constantes.

            Os desafios vivenciados pelo paciente com (TPB) são enormes, os sintomas são os mais variados levando a pessoa a se comportar de forma extrema na emoção. As ameaças de suicídio podem ser constantes deixando toda a família em estado de alerta, para uma intervenção a qualquer momento.

7. Conclusão

O presente artigo, aborda as informações sobre o transtorno de personalidade borderline (TPB), que acomete grande parte da população mundial, trazendo prejuízos pessoais, profissionais e acadêmicos, não somente para os mesmos, como também aos ciclos sociais e familiares dos pacientes.

Tal transtorno, causa grandes dores emocionais, vivem sempre no limite de suas insanidades, com idealizações e desvalorizações de modo surreal, anormal e incomum. O transtorno da personalidade borderline (TPB), não permite o desenvolvimento pleno das habilidades cognitivas, afetivas e comportamentais. E, sem possuir total discernimento das atitudes, podem cometer atos agressivos, contra si, ou contra aqueles que estão próximos.

Embora percebe-se, que existem estudos consideráveis sobre o transtorno da personalidade (TPB), faz-se necessário, compreender melhor sobre o assunto. Com as informações devidas, os pacientes seus familiares e a equipe de saúde mental, poderão contribuir de forma eficaz no tratamento.  

8.  Referências

1 – American Psychiatry Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders – DSM-5. 5th.ed. Washington: American Psychiatric Association, 2013. Akiskal, H. S. (2004). Demystifying borderline personality: critique of the concept and unorthodox reflections on its naturais kinship with the bipolar spectrum. Acta Psychiatrica Scandinavica, 110(6), 401-407.

2 – BECK, J. Terapia Cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 1997.

3 – BECK, A. T.; ALFORD, B. A. O Poder integrador da terapia cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

4 – BECK, Aaron T., FREEMAN, Arthur, DAVIS, Denise D. Terapia Cognitiva dos transtornos da personalidade. 2ª edição. São Paulo: Artmed, 2005.

5 – CARNEIRO, Lígia Lorandi Ferreira. Borderline – no limite entre a loucura e a razão. Rio       de       Janeiro:        Ciênc.        Cogn.       Vol.3       2004.       Disponível       em     <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S180658212004000300007 >. Acesso em 01 out. 2018.

6 – DALGALARRONDO, Paulo. VILELA, Wolgrand Alves. Transtorno borderline: história e atualidade. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v2n2/1415-4714rlpf-2-2-0052.pdf>. Acesso em: 15 out. 2018. 

7 – ENGSTROM, E. J.; WEBER, M. M. Making Kraepelin history: a great instauration? History of Psychiatry, v. 18, n. 3, p. 267-273, 2007. Disponível em: <http://hpy.sagepub.com/cgi/content/abstract/18/3/267>. Acesso em: 10 nov. 2009.      HEGENBERG M. Borderline. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2007.

8 – MATIOLI, Matheus Rozário. ROVANI, Erica Aparecida. NOCE, Mariana Araújo O transtorno da personalidade borderline a partir da visão de psicólogas com formação em psicanálise. Florianópolis: Saude transform. Vol.5 n.1 2014. Disponível em       <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S217870852014000100009>. Acesso em 01 out. 2018.

9 – Mack, J. (1975). Borderline States. Em J. Mack (Org.), Borderline States in Psychiatry. (pp. 1-27). New York: Grune e Stratton.

10  – Oldham, John        M.         (2004). «Borderline          Personality         Disorder:      An Overview». Psychiatric Times.

11 – Paris J. American Psychiatric Press; Washington, DC: 1994. Borderline Personality Disorder: A Multidimensional Approach. [Google Scholar]

12 – PLISZKA, S. Neurociência para o clínico de saúde mental. Porto Alegre: Artmed, 2004. Stanghellini, G., Rosfort, R. (2013). Borderline depression: a desperate vitality. Journal of Consciousness Studies, 20(7-8), 153-177.

13 – Kaplan, H.; Sadock, B., & Grebb, J. (2007). Compêndio de Psiquiatria: Ciência do comportamento e psiquiatria clínica (9ª ed.). Porto Alegre: Artes Médicas. Moreno, D. H., Moreno, R. A. (2005). Estados mistos e quadros de ciclagem rápida no transtorno bipolar. Revista de Psiquiatria Clínica, 32(Supl 1), 56-62.

14 – SADOCK, B.; SADOCK, V. Manual de psiquiatria clínica: referência rápida. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.

15 – ZIMERMAN, David. COLTRO, Antonio Carlos Mathias. Aspectos psicológicos na prática jurídica. 2ª edição revista, atualizada e ampliada. Campinas: Milennium, 2008.

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ADRIANO NICOLAU DA SILVA

Brasileiro, casado, 56 anos.

Av. Pará 1134       CEP 38050-100 Uberaba/ MG

Tel.; (034) 3325-4746 celular: (034) 99960-8009                                            E-mail:  adrins@terra.com.br

Resumo das Qualificações:

Vinte e seis anos de experiência profissional na área de psicólogo e supervisor clínico. Psicoterapeuta: Cognitivo-Comportamental, Shopping Urbano Salomão sala 65. Atendimentos: Adulto e adolescente.

Coordenador do Núcleo de Atendimento Psicológico e Psicopedagógico (NAP) na Faculdade FUPAC de Uberaba MG.

Formação Acadêmica:

. Especialização em “Pedagogia na Pós-Modernidade” (UNIUBE);

. Especialização em “Administração dos Serviços de Saúde” (UNAERP);

. Especialização em “Valores Humanos” (UNIUBE).

. Graduado e Licenciado em “Psicologia” pela Universidade de Uberaba. (UNIUBE).

. Licenciado em “Filosofia” – (UNIFRAN).

. Especialização em: “Neuropsicopedagogia” pela faculdade Internacional Signorelli.

.  Especialização em Gestão de Pessoas e Coaghing na Instituição de Ensino: “PASSO 1”.

. Especialização em: “Neuroeducação” na Instituição: “FATELOS” Unitelos Ensino, Pesquisa.

. Cursou uma disciplina especial no Mestrado do IFTM Uberaba – Filosofia no curso de Educação.

Experiência Profissional:

FUPAC – UNIPAC                                                                                                                         desde set 04

Psicólogo Clínico (atendimento individual), desde 1994. Professor do Ensino Médio de Filosofia e professor Universitário de Filosofia e Psicologia com as disciplinas: Método do Conhecimento (Filosofia), Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia Organizacional, Psicologia Aplicada, Recursos Humanos, Relações Humanas e Administração dos Conflitos Interpessoais, Orientação Vocacional, Gestão de Pessoas, Pós-Graduação com a disciplina Inovações Tecnológicas em Recursos Humanos; Comportamento Organizacional, Neurociência na Aprendizagem e Professor convidado pelas Instituições: FAE, SENAC, CDL, CETECO, FET, para ministrar treinamentos: “Desenvolvimento do Potencial Humano” e áreas afins.

UNIUBE                                                                                                                         set 94 a jul 07

Professor da UNIUBE no período de 1994 a 2007, ministrando as disciplinas: Teoria e Sistema Comportamental, Psicologia Experimental em Laboratório, Teorias e Técnicas Psicoterápicas individuais e grupais, (Cognitivo-Comportamental), Supervisor Clínico em psicoterapia Cognitivo-Comportamental, psicologia geral no curso de serviço social. Orientador de monografias e participante da banca de apresentação.

Informações Adicionais:

Palestrante e Psicólogo Clínico – Shopping Urbano Salomão sala – 65 desde 1994.

Escreveu os livros:

1 – “Depressão e os Benefícios da Terapia Cognitivo-Comportamental” – ISBN: 1520483031.

2 – “Pequenos Fragmentos de Filosofia e Psicologia” – ISBN: 1520484011.

3 – “Síndrome do Pânico e a Terapia Cognitivo-Comportamental” –  ISBN: 903548.

4 –  Parceria no Livro: “Gestão Pública com o tema, Gestão de Pessoas” – ISBN: 97885658332-03-8.

5 – Participação e organizador do livro: Uma Visão Transdisciplinar do Cotidiano com o capítulo: “Transtorno do Pânico” – ISBN: 978-85-65832-04-5.

6 – Participação com um aluno no livro: Discussões Jurídicas Contemporâneas: Reflexões Necessárias, com o capítulo, “IMPUTABILIDADE DE PSICOPATAS”. – ISBN: 978-85-8197-695-2

7 – Publicou o livro, no site Amazon.Com – “Desenvolvimento Pessoal e Profissional” – ISBN: ASIN: 1797627864

8 – Publicou em revista online o artigo: “SILVA, Adriano Nicolau da. Transtorno do Pânico em Alunos Universitários e a Contribuição Clínica da Neuropedagogia Cognitivo-Comportamental. Psicologado. Edição 03/2019. Disponível em < https://psicologado.com.br/neuropsicologia/transtorno-do-panico-em-alunos-universitarios-e-a-contribuicao-clinica-da-neuropedagogia-cognitivo-comportamental >. Acesso em 25 Mar 2019”.

9 – SILVA, Adriano Nicolau da. Principais Comportamentos de uma Pessoa com Transtorno de Personalidade AntissocialPsicologado. Edição 08/2019. Disponível em < https://psicologado.com.br/psicopatologia/transtornos-psiquicos/principais-comportamentos-de-uma-pessoa-com-transtorno-de-personalidade-antissocial >. Acesso em 18 Nov 2019.

10 – SILVA, Adriano Nicolau da. Noções Básicas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)Psicologado. Edição 07/2019. Disponível em < https://psicologado.com.br/abordagens/psicologia-cognitiva/nocoes-basicas-do-transtorno-de-personalidade-borderline-tpb >. Acesso em 18 Nov 2019.

11 – SILVA, Adriano Nicolau da. Psicologia Positiva e Cognitiva para uma Vida FelizPsicologado. Edição 08/2019. Disponível em < https://psicologado.com.br/abordagens/psicologia-positiva/psicologia-positiva-e-cognitiva-para-uma-vida-feliz >. Acesso em 18 Nov 2019.

Adriano Nicolau da Silva, Psicólogo, Filósofo, Professor Universitário, Especialista: Ciências em Valores Humanos (Psicologia), Pedagogia, Administração em Saúde e Neuropsicopedagogia, Gestão de Pessoas e Caoching e Neuroeducação.

Os artigos publicados, por colunistas e articulistas, são de responsabilidade exclusiva dos autores, não representando, necessariamente, a opinião ou posicionamento do Factótum Cultural.

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