O princípio do Estado é o mesmo da Igreja: quem não segue seus mandamentos é pecador, está contra Deus, deve ser perseguido. Ambos tem sempre uma única finalidade: limitar o indivíduo, refreá-lo, subordiná-lo, fazer dele súdito de uma ideia geral. Assim como a igreja diz quem são os pecadores, o Estado diz quem são os criminosos! Seus artifícios são a vigilância e o controle. Podemos ver aqui a mesma lógica de servos e senhores. Para eles é absolutamente necessário que ninguém tenha vontade própria; se alguém a tiver, o Estado/Igreja tem de eliminá-la (prendendo-o, exilando-o, etc.)… (Stirner).

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