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O simbolismo por trás das populares tradições de casamento

Conhece o significado das tradições de casamento mais populares?

Na hora de planejar um casamento, existem milhares de detalhes a considerar para o grande dia. Mas você já parou para pensar por que há tantas tradições e de onde elas vieram? Buquês de flores, damas de honra, bolos de casamento, vestidos brancos… Há um significado inesperado e escondido por trás de cada tradição

Quer descobrir qual o simbolismo de cada tradição popular de casamento? Então confira…

Pedido de casamento de joelhos –

Essa é uma tradição comum em diversos países. E sabe o motivo dos homens se ajoelharem na hora de fazer o pedido de casamento? Para simbolizar sua vontade de se submeter aos desejos e necessidades da sua cara-metade.

O anel de noivado –

Anéis de noivado com diamantes se tornaram populares por causa das pessoas na Sicília que acreditavam que a pedra preciosa era forjada pelo fogo do amor. A colocação no quarto dedo da mão esquerda vem da Grécia Antiga. Acreditava-se que o dedo anelar continha uma veia que ia direto para o coração: a veia do amor. 

O vestido de casamento branco –

Frequentemente associados à pureza e à virgindade, vestidos de noiva brancos realmente entraram em moda quando a Rainha Vitória usou um em seu casamento em 1840. Antes disso, as noivas usavam seu melhor vestido em qualquer cor. 

A liga –

Ligas não são muito tradicionais no Brasil, mas muitas noivas ao redor do mundo usam o acessório no dia especial. Antigamente, elas eram valorizadas como símbolos de amor com propriedades mágicas, associadas à fertilidade. Os homens também tentavam arrancá-las e fixá-las em seus chapéus para dar boa sorte. 

A menina das flores –

A tradição das floristas vem da Roma Antiga, onde jovens virgens carregavam baias de trigo. Acreditava-se que o trigo traria boa sorte aos recém-casados. 

Latas no parachoque do carro –

Essa tradição vem de uma antiga celebração que ocorria na noite anterior ao casamento. Os vizinhos caminhavam pelas ruas, batendo suas panelas para fazer o máximo de barulho possível por toda a aldeia. A intenção era espantar espíritos malignos.

Bem-casados –

Dar doces como presente de casamento é uma ação que data da aristocracia europeia do século XVI. O recém-casados davam aos convidados pequenas caixas ornamentadas feitas de cristal, porcelana e pedras preciosas. Elas eram recheadas de doces ou cubos de açúcar.

O primeiro beijo –

Antigamente, era costume o sacerdote dar um santo “beijo de paz” no noivo, que então passaria o beijo para a noiva. Isso era feito como forma de abençoar o casamento dentro da igreja.

Madrinhas –

No Brasil, as amigas da noiva que ficam no altar na hora da cerimônia são chamadas de madrinhas, em outros países, recebem o nome de damas de honra (bridesmaids). Essa é uma tradição que veio da Roma Antiga. As madrinhas eram tradicionalmente colocadas em fila para confundir espíritos malignos ou pessoas que queriam prejudicar a noiva.

O carregador de alianças e a almofada –

A almofada do carregador de alianças simboliza a promessa de sonhos se tornando realidade. A criança pequena que normalmente a carrega simboliza a inocência, o futuro e novos começos.

O buquê da noiva –

Nem sempre o buquê foi montado com flores bonitas! Na era vitoriana, as noivas carregavam um buquê de alho, ervas, trigo e hera. Acreditava-se que isso afastava os espíritos malignos com seus cheiros pungentes, mas os buquês também eram considerados símbolos de fertilidade.

Os sinos de casamento –

O toque de sinos durante e depois de um casamento vem de uma superstição irlandesa de que o som dos sinos assustaria espíritos malignos e garantiria uma vida familiar feliz.

O padrinho –

O antigo dever do padrinho era garantir que a noiva não escapasse durante a cerimônia. Às vezes, até lhe pediam para sequestrá-la. Estranho, né?

Véu da noiva –

O véu de noiva remonta aos tempos antigos e servia a dois propósitos: representar a modéstia e a virgindade da noiva e escondê-la de espíritos malignos que tentassem arruinar sua felicidade.

As alianças –

Historicamente, o aliança da noiva simbolizava a propriedade. Nas culturas romana, grega e judaica, alianças eram usadas como garantia para pagar o pai da noiva pela mão de sua filha em casamento. 

O bolo de casamento –

A tradição do bolo de casamento vem da Roma Antiga, onde os convidados quebravam um pão sobre a cabeça da noiva para simbolizar fertilidade. Os recém-casados compartilhariam algumas mordidas enquanto os convidados pegavam as migalhas para dar sorte. 

Alguma coisa antiga, alguma coisa nova, alguma coisa emprestada e alguma coisa azul –

Essa tradição também não ganhou muito espaço no Brasil, mas é originária de uma antiga rima inglesa. “Alguma coisa antiga” representa a continuidade. “Algo novo” simboliza o otimismo para o futuro. “Algo emprestado” oferece felicidade emprestada. E “alguma coisa azul” significa pureza, amor e fidelidade.

Jogar confete –

Jogar confete não só fica bonito na foto, como também é considerado boa sorte. A tradição se originou na Itália e foi pensada para conceder prosperidade e fertilidade aos recém-casados. 

A primeira dança –

Antigamente, reis e rainhas abriam um baile ou um evento especial com uma primeira dança. Isso era a grande abertura para o baile, que acabou evoluindo até os casamentos modernos.

Guardar o bolo de casamento –

Outra tradição que não pegou em terras tupiniquins é guardar o topo do bolo de casamento para o casal comer junto no primeiro aniversário de casamento. No passado, também se esperava que a noiva estivesse grávida dentro de um ano, então a ideia também era para que o casal não precisasse comprar um novo bolo comemorativo. 

Carregar a noiva na hora de entrar na casa –

O noivo pegando sua noiva para passar pela porta virou tradição porque era considerado antiquado para a noiva mostrar que ela queria deixar a casa de seu pai.

Não ver a noiva antes do casamento –

O conceito de que traz azar ver a noiva antes da cerimônia começou com os casamentos arranjados, onde acreditava-se que, se os noivos se vissem antes do grande dia, eles teriam tempo suficiente para cancelar o casamento.

O pai levar a noiva até o altar –

Remontando a casamentos arranjados, quando as noivas representavam uma transferência de propriedade, as jovens eram usadas como garantia para resolver dívidas ou desacordos com tribos vizinhas, além de elevar o status do pai ao se casar com uma família mais rica.

Jogar arroz –

Essa tradição vem diminuido ao redor do mundo por causa do risco de segurança. Mas os grãos minúsculos eram usados na época para “banhar” os noivos com fortuna, prosperidade e fertilidade.

Certidão de casamento –

A origem do registro de casamento data de 1924 em uma loja Marshall Field em Chicago. Era uma maneira de o casal escolher sua porcelana fina e prataria para o grande dia.

Jogar o buquê –

O lançamento do buquê tem uma origem semelhante ao arremesso da liga (sim, no exterior o noivo joga a liga da noiva). Os convidados do casamento começavam a arrancar as roupas da noiva para que ela lançasse o buquê como distração e fugisse. Agora o ato é um símbolo para espalhar boa sorte para as mulheres solteiras. 

Os convites –

Na Idade Média, casamentos eram tipicamente anunciados pelo pregoeiro da cidade, um funcionário responsável por fazer anúncios públicos. Convites de casamento escritos só eram usados pela aristocracia inglesa nessa época. No entanto, à medida que a maior qualidade da impressão se tornou possível, os convites impressos se tornaram mais acessíveis. 

A lua de mel 

Antigamente, a lua de mel era uma maneira do marido esconder a noiva por cerca de um mês, para que a tribo dela não soubesse onde encontrá-la. Em outras palavras, era sequestro. 

Notícias ao Minuto. 9.7.2022.

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