Escrever Para Não Enlouquecer

“O Poço”: segredos e polêmicas do filme

Por Neemias Moretti Prudente

“Existem três tipos de pessoas. As de cima, as de baixo e as que caem” (Trimagasi, em O Poço).

“O Poço”, que estreou há poucos dias na Netflix, é um dos filmes mais assistidos da plataforma nos últimos tempos. O trama, de uma maneira tão assustadora como atual, desperta inúmeras reflexões políticas, sociais e filosóficos sobre a sociedade contemporânea, ainda mais nestes tempos de pandemia a isolamento social, com crítica pesada ao capitalismo, comunismo, consumismo, à exclusão e ao individualismo.

No entanto, muitos espectadores não conseguiram entender todas as mensagens do filme, e ficaram um tanto quanto confusos ao final. 

Nesse ensaio, falaremos sobre a mensagem do filme, as diversas interpretações e seu final ambíguo. No entanto, se você já assistiu ao longa, pode continuar lendo artigo. Caso contrário, é melhor assistir antes de continuar. 

O filme conta a jornada de Goreng, um homem que faz por conta própria a escolha de ir para “O Poço”, onde ele pretende ficar seis meses com a finalidade de parar de fumar, receber um diploma e concluir a leitura do livro Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes. 

No primeiro mês, Goreng é enviado para o nível 48 e lá conhece o velho Trimagasi, seu “companheiro de cela”, que foi condenado por matar uma pessoa por acidente. O velho é quem responde todos os questionamentos sobre o funcionamento do Poço com “Óbvio”, para mostrar a necessidade de cumprir as regras. 

“O Poço” é uma espécie de prisão vertical, com centenas de andares, onde cada andar abriga dois prisioneiros. No local, não há contato com a luz do sol e nem tempo para esticar as pernas e se exercitar do lado de fora. Cada prisioneiro pode levar um item para a prisão. Goreng levou um livro e Trimagasi uma faca.

Todos os dias, preparada pelo nível zero (pela administração do poço), uma plataforma desce levando comida e parando por cerca de dois minutos em cada andar, até chegar ao nível 333 (último “suposto” andar do Poço). Assim, quanto mais para baixo, menor é quantidade e a qualidade do que sobra para os prisioneiros se alimentarem. Nos últimos andares, como não sobre comida, a fome leva os presos ao canibalismo ou ao suicídio. 

Conforme o tempo passa, Trimagasi explica para o protagonista que nem sempre eles terão com o que se alimentar, e que os presos dos andares de cima pouco se importam com quem está abaixo. 

O único alento, e também o maior medo de quem vive no Poço, é que cada 30 dias as duplas trocam de lugar aleatoriamente. Quem está no nível um pode ir parar no 147, e quem está no 147 pode ir para o nível um. Essa dinâmica força com que todos os presos passem pelas mais diferentes situações. Assim, a prisão funciona de forma aleatória: é impossível saber onde se estará no mês seguinte, quem estará ao seu lado, quais serão os recursos disponíveis e as ameaças existentes. 

Passado um mês, Goreng e Trimagasi vão para o andar 171. Trimagasi amarra seu companheiro de prisão explicando a ele que aquilo era necessário para evitar que, diante da loucura da fome, Goreng não o matasse para sobreviver. Assim, quando alguns dias passam, Trimagasi, tomado de uma fome insuportável, decide cortar pedaços de Goreng com a sua faca, a Samurai Plus, para saciar sua fome. Nesse momento, desce na plataforma uma mulher chamada Miharu que golpeia Trimagasi na cabeça e solta Goreng de suas amarras. Ela entrega a faca a Goreng que, instintivamente e quase sem forças, mata Trimagasi em um ato de vingança.

Miharu é uma mulher que todos os meses desce junto com a plataforma para ver a filha. A existência da criança é posteriormente questionada, pois mulheres grávidas e menores de idade não poderiam entrar no local.

O mês chega ao fim e Goreng acorda em um andar superior com comida “à vontade”, ao lado de sua nova companheira Imoguiri, uma burocrata que também entrou voluntariamente no poço com a esperança de mudá-lo de dentro para fora, e que explica que a ideia do sistema é, supostamente, gerar “um ato de solidariedade espontânea”. 

Todo dia ela come minimamente e prepara dois pratos com comida suficiente para que as duas pessoas do andar de baixo comam. Com isso, Imoguiri tenta incansavelmente convencê-los de que devem comer e fazer o mesmo e, assim, a comida chegará a todos até o final do poço. A estratégia, claro, não funciona. Obviamente, as pessoas do andar de baixo zombam de Imoguiri toda vez que ela tenta persuadi-los. 

Porém, ao perceber que a “gentileza” da mulher não funciona, Goreng se cansa da ladainha diária de Imoguiri e esbraveja com o pessoal do andar de baixo, dizendo que, se não acatassem a recomendação de racionamento, ele sujaria de fezes até o último grão de arroz presente na plataforma. Eles se calam e, aparentemente, acatam a recomendação de Imoguiri.

No outro mês, ambos vão para o andar 202 do poço. Quando Goreng acorda, vê Imoguiri morta. Ela se suicidou, facilitando, em certo sentido, a sobrevivência de Goreng no andar, a que não chegava nem o cheiro da comida. 

O mês se passa e Goreng acorda em um andar superior com Baharat, um homem negro temente a Deus que aceita a proposta de Goreng de convencer os outros prisioneiros a racionarem comida para que pessoas dos andares mais baixos não morram de fome.

Juntos, Baharat e Goreng, então descem com a plataforma e usam da violência e da ameaça para impedir que as pessoas comam mais do que precisam a fim de deixar o suficiente para que outros, nos andares mais baixos, se alimentem. Conforme vão descendo, em um determinado andar, um dos prisioneiros sugere que ele dialoguem antes de atacar e também ajuda a elaborar um plano de deixar um único prato intocado (Panna Cotta) e enviar de volta para o nível zero, onde preparam a comida, com a finalidade de mandar uma “mensagem” de que todos estão aprendendo a trabalhar juntos para sobreviver em “um ato de solidariedade espontâneo”.

Conforme vão descendo, os dois descobrem que poucas pessoas estão dispostas a ouvir e, assim, acabam se ferindo gravemente. Além disso, eles percebem que o poço tem muito mais andares do que eles previamente imaginaram, que seriam 250.

Ao chegarem no suposto “último nível”, de número 333, eles encontram uma garotinha faminta, que seria a filha de Miharu. A dupla então abre mão do último prato que estava guardando e deixa que ela se alimente.

Em uma mistura de sonho com alucinação, ambos entendem que a garotinha (e não a Panna Cotta) era a mensagem que deveria voltar pela plataforma até chegar aos administradores do Poço. Assim, Goreng coloca a garotinha na plataforma que sobe rumo à Administração. 

Por fim, Goreng reencontra o velho Trimagasi, que mesmo depois de morto, continuou o assombrando com conversas fictícias dentro de sua mente. Os dois mais uma vez conversam como bons amigos, com o ancião dizendo para o protagonista que sua missão foi cumprida. A dupla sai andando enquanto a garota continua subindo de volta em direção à superfície. O filme acaba neste ponto.

Pois bem.

Qual a mensagem que o filme busca contar? 

“O Poço” esconde um significado profundo. O cenário simbólico da alegoria é ÓBVIO.

O Poço é uma representação da sociedade.

A prisão vertical representa a distribuição da riqueza na sociedade.

A comida representa as riquezas do mundo. Há dinheiro, alimentos e recursos para todos, mas existe uma má distribuição. Os de cima não são solidários em compartilhar com os mais necessitados. Quanto mais em cima se está, mais recursos estão disponíveis e mais se quer, até que não sobre nada para quem está abaixo. O consumo excessivo leva à desigualdade. Cada indivíduo come o máximo que pode enquanto está em situação favorável. Porém, se todos se alimentassem com o que apenas foi reservado para si, haveria comida para todos. 

A lógica transmitida pelo filme é a seguinte: se cada um pegar apenas a sua porção sem exageros e sem bagunçar o restante do banquete, todos comerão adequadamente (melhor distribuição). Porém, o que vimos é que cada um come o máximo que pode e, além disso, cada um ao seu modo pisoteia, cospe e ridiculariza as sobras que irão alimentar aqueles que estão nos andares inferiores.

Os andares são as classes sociais: as de cima, as de baixo e as que caem. Ou seja, camadas sociais que vão da riqueza à miséria.

Quanto mais baixo o andar, mais precário é a situação. Quem está acima não se importa com que está abaixo. Os que estão embaixo, só querem estar em cima. Quem está abaixo perde qualquer senso de compaixão após ter seus recursos e dignidades cortados. E pouquíssimos concordam em descer e dividir. 

Todos querem sobreviver para deixar a prisão, como qualquer um de nós faria. Somos animais que se adaptam ao meio e prevalece o mais forte (Charles Darwin). Quando a fome fala mais alto, a civilização vira apenas uma fachada – se for preciso, parte para o canibalismo. É comer ou ser comido. Homens devorando homens, em todos os sentidos. Assim, o individualismo, o egoísmo e a falta de compaixão são leis em “O Poço”. “O Homem é o lobo do Homem” (Thomas Hobbes).

E não é sobre criticar uma classe ou condições, porque em “O Poço” qualquer um pode ser o oprimido e o opressor. A solidariedade ou a empatia não existem. O filme não retrata ninguém como particularmente ruim ou bom; é tudo sobre perguntar o que você faria se se encontrasse no nível 200 ou no nível 48. Como é fácil ser uma boa pessoa quando você está confortavelmente no nível 10, mas quão difícil é fazê-lo quando está no nível 182. 

A violência parece ser o único jeito de sobreviver diante da fome e da injustiça. 

Goreng representa o idealismo, tentando fazer com que a comida chegue em todos os andares. Todavia, ao perceber que a “gentileza” não funciona, quer fazer os outros obedecerem através de ameaças e violência. Representando, assim, um governo tirânico e ditador, o personagem encontra na opressão o único meio de fazer com que as pessoas sigam o que ELE acredita ser certo. Aí vem o paradoxo: a intenção é boa (levar comida a quem está no último nível), mas as ações são ruins (ameaças e violência). Os fins justificam os meios? (Nicolau Maquiavel).

Aliás, ao compartilhar o andar do poço com Trimagasi, Goreng observa a lógica do poço e sugere a distribuição dos recursos, dizendo que as pessoas dos andares superiores e inferiores devem ser avisadas para racionar a comida. Trimagasi logo o repreende perguntando se ele é comunista. “Os de cima não ouvem os comunistas”, alerta. Em outros momentos há falas como “não fale com os que estão embaixo”, “agradeça por estar onde está”, “se eles pudessem, também cuspiriam na nossa comida”, entre outras.

É nesse contexto que o filme mostra as falhas de diferentes ideologias políticas. No começo, parece haver uma crítica ao capitalismo. Todavia, no decorrer do filme, assim que Goreng e Baharat tentam implementar o “comunismo”, para convencer os outros prisioneiros a compartilharem deliberadamente a comida (riquezas), acabam matando boa parte das pessoas que eles queriam ajudar.

É inegável que, para os comunistas bem intencionados, a ideia de igualdade se constitui o mote principal de suas ações. Quem não quer viver em um mundo com todos tendo o suficiente para viver dignamente? A ideia de Goreng era nobre. Ele queria que as desigualdades fossem cessadas, que a dinâmica do poço fosse quebrada e que o experimento do Centro Vertical de Autogestão chegasse ao fim. Porém, Goreng viu o seu ideal perverter o seu próprio senso de realidade. 

A exemplo de vários ditadores “comunistas”, vivos e mortos, Goreng teve sua cognição e empatia sequestradas por um ideal futuro de igualdade e justiça. Nesse ínterim, conforme Goreng e Baharat iam descendo, ameaçavam matar as pessoas que chegassem perto da plataforma para pegar a comida. Em não poucos casos, mataram os que tentaram obter comida para sobreviver. A igualdade e justiça futuras buscadas por Goreng deram lugar a desigualdade e injustiça cometidas por ele mesmo ao matar aqueles que já estavam quase morrendo de fome.

Dito de outro modo e trazendo à realidade de tentativas comunistas frustradas: qual o preço da tentativa de implementação de regimes igualitários? A resposta é a mesma de sempre: perda de liberdades, sofrimento e mortandade sem fim.

Mas antes que me esqueça, o poço não é sobre luta de classes. A fome e a violência que envolvem a trama possuem, pelo menos, dois problemas fundamentais. O primeiro reside na própria Administração, que estabeleceu termos desumanos para sobrevivência, escolhendo quem sobe ou desce no poço. Isso remete à ideia de Estado iluminado totalitário que decide quem deve viver ou morrer pela causa do regime. O segundo refere-se à velha e indissociável natureza humana, sempre voltada às práticas egoístas para fins interesseiros, principalmente quando exposta a situações degradantes. 

Seguindo …

Trimagasi representa o status quo, ou seja, as coisas são assim e não vão mudar. É ele quem ensina Goreng como o poço funciona: despreze quem está embaixo, não peça nada a quem está em cima (“eles não dão atenção ou querem te ferrar”), aceite sua condição e os outros que lutem. Ele também representa a alienação causada pela propagando e pelo consumismo (isso porque ele vai parar na prisão após ser enganado pelo consumismo, que o faz comprar coisas sem necessidade e, na frustração, ele mata uma pessoa que não tinha nada a ver com a situação). Outra interpretação possível é que o velho seja “Deus” (ou o Mestre dos Magos): ele está sempre falando na consciência de Goreng e parece ter a resposta para tudo, embora nem sempre queira dá-la.

Imoguiri, que trabalha para a administração, representa o governo no mundo real. Ela acredita na lei, na justiça e na funcionalidade do lugar do ponto de vista teórico. Todavia, como se mostrou na prática, expõe um sistema social cruel, corrupto e que não poupa mesmo os inocentes. Embora a administração possa ser considerada a grande vilã da história, isso não é tão importante, afinal, o que importa é o que cada um dos prisioneiros faz com as cartas que lhes são entregues. 

O personagem Baharat simboliza o problema racial, a mobilidade social e a intolerância. O personagem traz uma corda e tenta conversar com o casal que está no nível acima, para que eles os ajudem a subir. “Em que deus você acredita?”, pergunta o homem de cima. O casal não deixa Baharat subir, debocha, maltrata e violenta o homem. De forma clara, a situação representa a intolerância e o preconceito – de classe, de raça, de crença etc. De outro lado, Baharat representa a vontade de melhorar de vida (o que não se consuma, pois os de cima não permitem que isso ocorra).

Inclusive, o filme também remete ao filósofo Friedrich Nietzsche, com sua teoria do além do homem – a necessidade de superação do ser humano sobre seus limites – e a morte de Deus. No poço, não existe Deus, apenas humanos brutalizados e sem fé.

A união de Goreng com Baharat demonstra que são pouquíssimos os que fazem alguma coisa para mudar o status quo. Além disso, demonstra que para haver mudanças, é preciso de parcerias (ninguém faz nada sozinho). 

O livro de Goreng (Dom Quixote) representa conhecimento e racionalidade (os livros mudam as pessoas e as pessoas mudam o mundo). A faca do velho representa a violência. Com efeito, quanto mais baixo eles estão, mais a faca se mostra útil e o livro, inútil. “Não há espaço para isso aqui”, diz o velho. Podemos interpretar esse embate como conhecimento x violência. Quando a situação aperta, o lado racional fica de lado e a arma se torna o único meio de sobrevivência.

A criança (símbolo de pureza, inocência e esperança) é a mensagem (“a humanidade não deu certo (…) cuidem das crianças de hoje”). A menina é a chave da transformação, um convite para a mudança do status quo. Isso porque demonstra que a chave está nos prisioneiros. Se eles não mudam, não tem sistema político ou econômico no mundo que vai acabar com as desigualdades que causam tanto sofrimento a todos. Assim, a mensagem que deve chegar à administração é de que há esperança, e apesar de tudo, o espírito humano, a compaixão, a solidariedade e a empatia sempre resistem, mesmo que “quem está em cima”, nem acredite em sua existência. 

Encontrada literalmente no fundo do poço (a esperança está no fundo do poço da humanidade), a menina está intacta – o que explica a presença da mãe, que vagava pelos níveis zelando da criança. Em vários momentos Miharu é taxada de louca: os outros acreditam que não existe criança alguma. Não existe uma explicação completa, mas podemos interpretar que a mulher sempre fez o que Goreng está fazendo agora: subindo e descendo no poço para levar comida à filha e protegê-la.

O final de Goreng é ambíguo e não deixa claro o destino do personagem após salvar a filha de Miharu. Uma das interpretações é de que ele morreu no processo de tentar salvá-la e a última cena marca o encontro dele com o amigo no outro mundo, deixando para trás tudo o que aconteceu. Outra possibilidade seria a de que, mesmo salvando a menina, Goreng viveu muito tempo dentro da prisão e foi corrompido pelo sistema, o que impossibilitaria o seu retorno junto dela, que representa a esperança uma nova visão. Uma terceira opção, essa um pouco mais presa à realidade, é a de que o protagonista estaria delirando após enfrentar a morte em sua descida pelos níveis mais baixos. Seu encontro com Trimagasi seria apenas outro fruto de sua imaginação e, após salvar a criança, seu destino seria ficar no último nível até que o seu mês derradeiro de confinamento terminasse. Ainda, há interpretações de que o andar de baixo não existe. Para alguns Goreng morre antes de chegar lá, e aquilo é apenas interpretação dele sobre o que precisava fazer. 

Mas ao salvar a filha de Miharu, Goreng entende que uma vida que está em risco pode ser salva se fizermos uma ação de solidariedade. Como o próprio protagonista diz no final: “nenhuma mudança é espontânea”, ou seja, é necessário passar por todos os níveis para criar compaixão para com os mais necessitados. Ao salvar a vida da menina, Goreng cria uma ponta de esperança para que essa mudança ocorra.

O Poço também carrega um simbolismo espiritual. O local contém 333 níveis, com duas pessoas em cada andar. Seriam 666 demônios ali presos? 666 exemplificações do inferno?. Quanto a Goreng, seria um messias? que chegou ao último nível do inferno para trazer esperança aos demais? teria se sacrificado pela sua crença (mensagem)?.

O Poço termina com a garota subindo a plataforma para os níveis superiores, mas pode não ser tão esperançoso quanto parece. Não se sabe se o plano funcionou e se os de cima passaram a ser preocupar e compartilhar a comida com as demais pessoas do Poço. 

O Poço trata da degradação da humanidade frente ao sistema que ela mesmo criou. Reflete a fria desumanização do mundo em que vivemos. Enfim, como você se comportaria em cada um dos níveis?

Por fim, o filme deixa muito a refletir e realmente traz mais perguntas que respostas. Mas deixo a imaginação para vocês, espectadores e leitores!

Qual outro significado você daria para “O Poço”? Vamos debater e enriquecer a nossa experiência com o filme.

Neemias Moretti Prudente, Professor, Criminalista, Mestre e Especialista em Ciências Criminais, Graduado em Direito, Licenciado em Filosofia, Escritor, Ufólogo e Anti-Penalista. Diretor Geral e Editor Chefe do Factótum Cultural.

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