
As fotografias nunca estivaram mais em alta do que agora. Afinal, elas são praticamente sinônimas de boas recordações. Com smartphones com câmeras cada vez mais potentes, é praticamente impossível que uma pessoa não tenha uma única foto em sua galeria.
Viagens inesquecíveis, uma fotinho do pet para alegrar o dia, uma reunião com a família ou até mesmo aquele encontro com o @. São infinitos os momentos em que as pessoas param por uns minutinhos para fazerem uma recordação de um momento.
Mas nem sempre foi assim. Durante o período vitoriano da Inglaterra, entre os anos 1837 e 1901, as pessoas usavam a fotografia para guarda recordação de gente… morta!! Mas esse costume trás uma triste explicação.

Com as altas taxas de mortalidade do século 19 — estima-se que a cada 100 crianças, 57 faleciam antes de completar cinco anos — as fotografias dos mortos seriam as únicas recordações que as famílias teriam de seus entes queridos, as chamadas fotos post-mortem.
Algumas imagens eram feitas para dar a impressão de que os protagonistas realmente parecessem vivos. Para isso, os corpos eram equilibrados com um suporte para se manterem de pé e os braços eram ajeitados para não parecerem moles. Em alguns casos, um técnico desenhava a íris e a pupila nas pálpebras dos mortos, este processo geralmente era feito após a revelação da foto.
Ficou curioso de como as fotografias ficavam? Confira nossa galeria:
















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