
Nesta nova realidade, a busca agora é por instituir limites e regras de convivência da sociedade com uma droga até então proibida
A caótica Khaosan Road, em Bangkok, dá as boas-vindas à Tailândia com uma cacofonia sensorial: sol escaldante, lufadas de pimenta em woks fumegantes — e um onipresente fumacê de maconha. Célebre pelo rigor com que pune o tráfico de drogas, a Tailândia reprimiu brutalmente o uso e o comércio de maconha durante décadas, com uma campanha que deixou 3 000 mortos no primeiro ano de vigência, em 2003, até o governo se render ao apelo da indústria do turismo e mudar de lado: desde junho, todos podem frequentar livremente dezenas de lojas com letreiros em neon decorados com folhas de Cannabis, vendendo de cigarros pré-enrolados a balas de goma contendo THC, o componente psicoativo da planta.
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