
Em novo livro, o pensador John Gray viaja pela história da filosofia para tratar do tema com ironia e perspicácia
Em uma passagem do monumental romance Ulisses, de 1922, o protagonista Leopold Bloom conversa com sua gata — cada um em sua língua, vale ressaltar. Ela mia em tons distintos para cada pergunta do humano, o qual logo entende seus desejos: um carinho específico na cabeça e um pires de leite. Bloom, então, reflete sobre a relação entre homens e felinos: “Eles os chamam de tolos. Mas eles (os gatos) nos entendem melhor do que nós os entendemos. Me pergunto o que será que eu pareço para ela. Uma torre alta? Não, ela pode pular por cima de mim”. O irlandês James Joyce (1882-1941), autor da obra que marcou a literatura moderna, integra um clube peculiar e atemporal de intelectuais: o daqueles que se renderam aos encantos e mistérios da espécie felina — e dali tiraram inspiração para suas obras.
Continue lendo a matéria completa, clique aqui.





Deixe um comentário